sábado, 29 de abril de 2017

Sobre mim e a poesia:


Falar em poesia é falar na beleza da vida de forma ampla, que se apresenta não apenas na Literatura, mas em uma visão poetisada de todo um cotidiano. E é esta poesia que busco desenvolver como forma de me expressar ao mundo... desenvolvo assim, aos poucos, a minha própria forma; esta só minha fórmula de ser e de transmitir tudo aquilo que vejo ou que apenas criativamente formulo. E sem estas prazerosas páginas, eu confesso, talvez não fosse capaz de continuar respirando!

Para precisar algo que é tão impreciso como a Arte, como o doce mistério inexplicável de viver:

Como precisar o exato segundo que as rimas começaram a fazer parte de mim? Lembro vagamente que as primeiras lembranças vêm dos versos que meu pai me recitava ainda bem pequena.
Aos onze anos de meninice, em uma tarde ensolarada, me vi deixar em uma folha de papel o meu primeiro poema e desde então nunca mais fui capaz de parar de rabiscar. Mais tarde, aos treze anos, me vi apaixonada pelas rimas envolventes de Cecília Meireles, e li com aquela idade toda a sua obra. Por volta dos dezenove anos foi quando “conheci” o meu querido Mário Quintana, dando assim mais uma vez uma nova motivação, textura e inspiração à minha visão e sentimento poéticos. Mais tarde, aos 27, conheci um pouquinho mais a fundo os escritos de Clarice Lispector, foi quando a minha escrita sofreu mais uma vez uma significativa influência. 
Seria este o começo? Não sei dizer! pois me sinto em um constante começo. Em cada livro que leio, a cada dia que vivo, um pedaço de mim se constrói; sofro sempre a influencia de cada autor lido (de alguns um pouco mais), de cada acontecimento experimentado e aprendido. Como precisar onde começou esta constante construção? pois também é construção da minha pessoa aquilo que me vem antes mesmo do nascimento de muitos dos meus ancestrais, neste caso, pode-se dizer até mesmo a criação da poesis que conta milênios de um início ainda na Grécia antiga.
Sinto-me extremamente grata e abençoada pela paz que estas linhas me trazem, pela esperança e pelo ressurgimento que fazem ao meu ser... não sou nada sem estas linhas (irrigadas de um caos interno que são a minha verdadeira luz), sem a minha Arte. 

e dizer o que mais?

Deixo a missão árdua de ressurgir e de autodescobrimento para esta que qualifico de poesia, esta Arte que se solidifica em minhas rimas, em minhas fotos e em algumas outras invenções que desde “sei lá quando” habitam em mim; e sem as quais, REPITO, não sou capaz de viver!


Mais sobre mim:

Sou Luana Lagreca, brasileira, descendente de gregos, italianos e índios (muito embora desta última me tenha sobrado pouquíssimos traços), nascida e residente na cidade de Petrópolis/RJ. Virginiana, mas sem saber se acredito piamente em astrologia. Nasci numa tarde de sábado, o dia era 14 de setembro do ano de 1985. Sou a caçula de uma família de cinco filhos. Tenho um peito abastecido de flores e de questionamentos quase que infindáveis, coleciono uns grilos meio loucos que costumam me acordar de madrugada; tenho ainda uma prateleira cheia de livros e umas parafernálias fotográficas que me dão um imenso prazer e trabalho! Isso sem mencionar os livros robustos de Direito que preciso ainda levar em meio aos meus pertences...


Atualmente eu desenvolvo os meus talentos e educação nos seguintes ramos: Fotografia profissional (meu principal trabalho hoje), Literatura (mais precisamente trabalhando como assistente de comunicação em uma editora de livros daqui da minha cidade) e Direito (sou universitária nesta área, já quase bacharel. Pretendo me especializar na área de propriedade intelectual). Intitulo-me poetisa por puro prazer e atrevimento, eu ainda não possuo nenhum periódico oficial com minhas conspirações poéticas, muito embora já tenha participado de pequenas publicações dos grupos literários de que fiz parte. Sou amante de muitas ciências e curiosa por natureza; dona de uma personalidade forte desde menininha e capaz de ver as lógicas mais malucas nos assuntos mais diversos; é, às vezes é mesmo difícil acompanhar meus raciocínios. Sou falante, corajosa, criativa (e totalmente dependente do vício de criar), reservada, apaixonada por artes e pela vida. Sou leitora um pouco menos do que gostaria... Já fui cantora (com uma bagagem de estudos musicais por mais de 10 anos). E como exclusividade ao serviço que ofereço como fotógrafa dou também uns pitacos como artesã e Modelista. Gosto muito de aprender! e a minha mente tem constante necessidade de variar nas coisas que aprende. Não sou de aceitar ideias prontas. Eu exerço a minha Arte com carinho e com crença no amor que sinto por ela. Deixo nas minhas linhas, nas minhas fotos em tudo o que coloco as mãos toda esta alma densa e apaixonada. Sinto-me feliz e muitas vezes cheia de paz pela intensidade com a qual me permito viver, criar e buscar.


Desejo uma boa leitura a todos, e manifesto carinhoso agradecimento pela visita!
Sejam bem vindos ao meu novo Canteiro e deliciem-se com estas reformas (que foram tão demoradas!).
Com reconstrução,
Luana.


(Deixando EXPRESSO E CLARO que TUDO AQUI É DEIXADO COM A DEVIDA LICENÇA POÉTICA; incluindo a formatação, o uso de maiúsculas e minúsculas, a pontuação... Os absurdos são muitas vezes premeditados e esse ritmo por vezes caótico inclusive. Todavia excluem-se daqui como propositais, dentro da minha imperfeição humana e incapacidade de absorver todas as nuances linguísticas, os eventuais erros de grafia, Português, digitação ou quaisquer outros erros - e desde já pedindo as devidas desculpas por estes eventuais errinhos, e solicito ainda que sejam a mim mencionados para que eu possam não mais repeti-los. Agradecida!)

Fotografias desta postagem: 
Luana Lagreca sob as lentes de Neurivan de Barros, Museu Imperial de Petrópolis, fevereiro de 2015.

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